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Mostrando postagens com o rótulo consumo

Renascimentos...

"Felicidade  é um produto de mercado, ou pelo menos se tornou isso. Eu não quero ser feliz. Quero viver a complexidade de emoções e sentimentos que faz a riqueza da experiência humana." (Contardo Calligaris) Mais um Natal chegou e ouço vários comentários de amigos a respeito dessa época. Alguns se dizem desanimados até para enfeitar suas casas, pois a vida anda tão corrida que mal sobra tempo; outros dizem não gostar dele por não ser mais o Natal de antigamente, em que suas famílias podiam se juntar numa grande festa; outros porque se sentem tristes por já não terem mais as pessoas queridas em suas vidas; além daqueles que se sentem um tanto indignados por verem que o Natal transformou-se em simples consumo. Tudo isso realmente acontece, porque as circunstâncias da vida tornam mais difícil reunir toda a família, como quando éramos crianças. Difícil, porque cada um seguiu seu rumo, e também porque não temos mais conosco nossos avós, tios, primos, porque estão longe...

Cadê meu celular?

Se por algum motivo tivéssemos que passar uma semana sem nosso celular, como seria? O que será que você pensou? Bom, para alguns acredito que seria um sossego, pois o celular nos encontra em qualquer lugar e, para quem trabalha com um, não há descanso. E não adianta desligar - ele vai tocar (e tem a caixa postal!).  No entanto, mesmo que não precisemos dele para o trabalho, quantas vezes não houve a necessidade de avisar alguém sobre um incidente, um atraso, pedir uma ajuda ou aguardar um chamado? Sim, e se furar o pneu? E acabar a gasolina? E perdermos a hora? E se..., se..., se...? É, o celular é tudo nessas horas e em muitas outras. Conclusão: ele é hoje muito importante para nós. Disso não há dúvida.  Eu, particularmente, uso o meu como um telefone somente, até mando torpedos, tiro fotos, mas confesso, nem música ouço. Vejo tanta gente ouvindo música ou mandando mensagens para sites de relacionamentos, conversando na internet, guiando-se com o GPS (útil demais, d...

Para angústias, compras?!

Li um artigo que falava sobre a nova ordem em tempos de crise mundial: economizar. E quando pensamos em economizar, pensamos também em consumo excessivo. E logo concluímos: equilíbrio é o que devemos buscar. Para muitos isso é bastante difícil.  Conheço muitas pessoas que, assim que um modelo novo de celular é lançado, correm até a loja e já compram um novinho. Será que a compra do novo era tão necessária assim? Claro, esse é só um exemplo. Porém, até que ponto as pessoas não compram somente por serem seduzidas por um belo produto? Aquele que se promete moderno e novo, poucos possuem, enfim, está na última moda. Vivemos a era do consumo, do descartável.  Alguns psicólogos afirmam que, quando angustiados, ao comprar um presentinho para nós mesmos, esquecemos por alguns momentos nossas mágoas, ou seja, buscamos uma compensação. Acredito nisso. Quem não ficou feliz com a compra daquela blusa linda ou do sapato último modelo da estação? Todos já fom...