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Mostrando postagens de Maio, 2010

A 'molécula do amor'

Na revista Veja desta semana li artigo intitulado "A substância do amor" . A matéria descreve como funciona a oxitocina, substância responsável pelos vínculos afetivos entre as pessoas. O amor da mãe, além do fator cultural, está envolvido com um funcionamento bioquímico do cérebro. Sim, esta substância atua no cérebro de forma que os laços de afeto e carinho entre mãe e bebê se fortaleçam para o cuidado e proteção que o filho necessita. A partir do momento em que mãe vê seu bebê, seu cérebro se inunda de oxitocina e maior ainda é a quantidade, quando há o contato físico.  "Com os avanços do estudo da neuroquímica (sim, já falei disso aqui!) e dos progressos dos exames de imagem, capazes de flagrar o cérebro em pleno funcionamento" , hoje é possível saber que a oxitocina é responsável não só pelo vínculo de afeto entre mãe e filhos, mas entre amigos, namorados, amantes, enfim, nos relacionamentos em que o afeto liga as pessoas.  A tal mágica que fi

'Aquilo que não me destrói só me fortalece'

Esta frase, que se não me engano é de Nietszche, carrega em si uma grande verdade. Digo isso, porque sempre me lembro dela quando testemunho experiências desagradáveis, inesperadas e infelizes capazes de nos fazer muito mal. É difícil imaginar que pessoas que nos conhecem tão bem e sabem de nossa história de vida, nossos problemas, nossas tristezas e dificuldades pessoais possam nos magoar e nos fazer mal através das palavras, usando tudo que, têm a certeza, pode (e vai) nos deixar muito piores.  É! Isso não parece ser algo que alguém possa nos fazer, mas há quem o faça, sim. Atitudes destrutivas não têm justificativa, por mais que tenhamos visão diferente da vida. Podemos discutir, ter opiniões divergentes, mas nada dá o direito da agressão através da palavra que machuca, que cala, difícil de ser esquecida. Quem o faz não vê o mal que sai pela boca, vem direto do coração e não parece mesmo passar pela razão. Isso parece ser desequilíbrio.  Já cheguei a pensar que