5 de junho de 2008

O abraço que você me deu...


"O que você precisa?
Uma margarida comum
um beijo ou um simples abraço
que é pra você lembrar de mim."

(Nando Reis)


Tudo começou num dia, o escuro, a falta de uma luz e um encontro. E desse encontro sorrisos, simpatia, sintonia. Então, ajuda e amizade. E dessa amizade, telefones, telefonemas. Hoje não dá! E dos telefonemas, encontro e um abraço! O abraço mudou tudo, magia. 
Agora havia abraços, mas também beijo, química. Será? 
Novas sensações, nova situação, pensamentos novos e reações mais novas ainda. 
O que era aquilo que acontecia?! Não sei... Algo bom, indescritível, novo, mas nada que devesse ser muito pensado, racionalizado. Simplesmente sentido. Momento sentido em toda a sua intensidade. Ali estava o maior significado. Nada mais. Nada além. Nada além daquilo que foi tudo. 
Somente vontade de abraçar abraços de amizade e carinho. Abraços de energia boa. Abraços de envolvimento além do imaginado. Além do sentido. Porque desses abraços nasceram outros entrelaçamentos, tão significativos, cheios de sentidos sentidos por todos os sentidos. 
Sem explicação, sem uma razão. Silêncio que diz tudo, ou diz mais, ou nada dizem, simplesmente porque nada mais há a se dizer. E isso é tudo! 
Instante na sua maior intensidade. Mãos dadas, abraços, olhos nos olhos, presença em mim. Felicidade! Foi bom e sempre será. Até...! 
Não, não quero saber quando. Não quero que perca a magia do inesperado. 
Inesperado abraço, encantamento e entrelaçamento. Que estou certa, acontecerão novamente!

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